
FAHRENHEIT 451: Uma distopia atualíssima escrita nos anos 50
Por: Bruno de Azevedo “Fahrenheit 451 é a temperatura em que o papel dos livros incendeia e começa a queimar” Como viver
Literatura que pulsa: artigos, ensaios, entrevistas, crônicas e poesia.
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Por: Bruno de Azevedo “Fahrenheit 451 é a temperatura em que o papel dos livros incendeia e começa a queimar” Como viver

Por: Hosana Anjos Impactante, suave , destemida, é a poesia que, nesse livro, vai além das barreiras do que é socialmente impingido

Sabe quando você se pega pensando numa leitura que lhe marcou não só pelo teor escrito, mas também pela forma como cada palavra foi ordenada? Pois é, este é o caso de “Eu sei por que o pássaro canta na gaiola”, de Maya Angelou.

Um dos aspectos mais ricos da literatura é fazer reverberar vozes muitas vezes silenciadas.

O Avesso da Pele: Um Clássico Contemporâneo Que Incomoda e Desperta Reflexões Profundas.

Desvelando a segunda obra de Rafael de Abreu Era um fim de tarde na Bahia, no mês de setembro do ano passado,

Charles Bukowski é o cara que sabe como ninguém retratar o submundo. Em Factótum, ele nos apresenta Henry Chinaski, seu alter ego, numa jornada cheia de altos e baixos, bebedeiras e empregos miseráveis.